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Estratégia

Empresa canadense prospecta parceiros no Brasil

ADNM International, parceira certificada da Microsoft, inicia missão visando ingressar no mercado brasileiro por meio de vendas indiretas, ou P2P.

Por Denise Sammarone, da ChannelWorld
publicado em 20/09/2007

Interessada em expandir as fronteiras de mercado para América do Sul, a ADNM International, companhia canadense parceira da Microsoft para a solução Dynamics Navision (sistema de gestão empresarial ou ERP), enviou representantes para prospectar canais no Brasil.

De acordo com, Richard Forest, diretor da companhia, a empresa estabeleceu, nos últimos dias, conversas preliminares com cerca de 10 parceiros potenciais. “Essa é nossa primeira iniciativa na região”, aponta Forest, acrescentando que a companhia já opera junto a outros seis canais da Microsoft, por meio de acordos P2P (partner to partner, do inglês, que corresponde a parceiro para parceiro), nos Estados Unidos, Caribe e França, além da região Oeste do Canadá (a empresa está instalada na costa Leste do País).

O executivo informa que a missão visa recrutar parceiros, dentro do programa de canais certificados da empresa de Bill Gates: “Estão no nosso radar canais certificados e integradores Gold com conhecimento em Dynamics”. Na visão do executivo, dessa forma, além de confirmar a saúde financeira, será possível garantir que os canais locais tenham o perfil adequado para desenvolver soluções a partir da solução de ERP desenvolvida pela ADNM International.

Forest sinaliza, ainda, o interessa em ofertar no Brasil, também por meio do P2P, soluções alugadas e hospedadas a partir das instalações do datacenter próprio, localizado em Montreal. “Somos um dos poucos parceiros da certificados no âmbito da SPLA (Microsoft Service Provider License Agreement). Com esse tipo de modelo de serviço, podemos atingir o mercado de pequenas e médias empresas”, indica o diretor, sem mencionar o tamanho do mercado. “É muito cedo para dimensionar as expectativas de receita na região”, avalia Forest, que destaca o Brasil como um mercado estável e com perspectivas importantes de crescimento.

A companhia, sinaliza o diretor, optou pelo P2P para ampliar capilaridade mundial. “Não temos intenção de abrir operação direta local. Confiamos no tino e no desenvolvimento das empresas locais para atender melhor as necessidades dos clientes”, explica Forest, que conclui: “Essa modalidade minimiza os riscos da nossa expansão”.


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