Crise na economia associada à atitudes pró-ativas dos profissionais de arquitetura de TI pode sim representar uma oportunidade.
Os arquitetos de TI deveriam encarar as incertezas da economia norte-americana e mundial para tornar a unidade de negócios executivos em colaboração genuína, de acordo com um novo estudo do Forrester.
O grupo de analistas alertou os arquitetos corporativos, sugerindo que antecipem o impacto da redução no ritmo de crescimento da economia e para que comecem a refinar suas responsabilidades e objetivos.
“Quando o clima na economia é incerto e ameaçador, os executivos olham com mais atenção para o valor dos investimentos. Eles vão colocar os projetos de TI – e as unidades de TI – sob um vidro magnificente e vai manter somente aqueles que eles vêem como de grande impacto ou não-flexíveis”, garante a pesquisa.
“Arquitetos de TI temem itens como a análise e inspeção, porque o foco da estratégia da arquitetura corporativa pode fazer isso parecer mais distante do que deveria. Mas o plano cuidadoso é mais importante em certos tempos e os arquitetos podem guiar executivos para as melhores decisões em onde investir e em onde cortar custos”, diz.
O grupo de análise afirma ainda que os arquitetos deveriam pró-ativamente apresentar para seus CIOs as prioridades, a lista de custos quantificados com os itens de menor impacto para corte nos custos, as coisas mais importantes a não serem cortadas e os lugares mais valiosos onde investir com qualquer fundo restante.
Os arquitetos corporativos que podem diretamente associar as atividades de passado e futuro aos objetivos de negócios podem defender seus próprios orçamentos em tempos mais difíceis. Talvez mais importante, eles podem também assegurar que as decisões de curto prazo não prejudiquem a capacidade da empresa de responder a circunstâncias de melhoria da economia.
Tecnologias “quentes”, como arquitetura orientada a serviços (SOA) e gerenciamento de processos de negócios, “quando fazem bem feito” podem fazer a organização mais flexível e ágil, segundo o Forrester.
“Se adotar SOA parece como um remédio para atravessar tempos difíceis, mantenha em mente que a melhor estratégia SOA é expansível e evolutiva”, sugere o estudo.
Isso exige que os arquitetos sejam pessoas de negócios antes que de tecnólogos e para “usarem a ameaça aos negócios da redução do ritmo da economia para catalizar negócios e discussões de TI colaborativas.