A empresa detalha as três principais fases da migração para a arquitetura orientada a serviços.
A Atos Origin, uma firma de serviços de TI global, tem muitos cases de Arquitetura Orientada a Serviços (SOA) nos Estados Unidos e Europa. No Brasil, o processo é mais lento, vários clientes avaliam SOA e seus CIOs buscam financiamento, de acordo com Ricardo Turci, diretor executiva da Atos Origin no País. “Ainda desconhecemos cases significativos”, afirma.
Turci, acompanhado do arquiteto de sistemas sênior Alexandrino Lucas, defende, portanto que os CIOs e gerentes de TI não devem esperar uma revisão de processos para implementar SOA. “Muitas vezes a área de TI não tem influência suficiente para puxar um projeto de revisão de processos. Assim, é mais fácil dar início a uma iniciativa de SOA”, afirma Lucas. Ele alerta, porém, que qualquer iniciativa de arquitetura orientada a serviços requer um conhecimento profundo dos processos de negócio.
Segundo o arquiteto de sistemas sênior, ter uma arquitetura orientada a serviços fará com que o departamento de TI ganhe agilidade para quando o negócio estiver disposto a iniciar um projeto de BPM. “Com uma arquitetura estruturada em função de processos, é possível reorganizar o sistema rapidamente para responder a rearranjos estratégicos do negócio”, defende Lucas.
O diretor executivo da Atos Origin no Brasil afirma também que um projeto de SOA requer um road map claro, cuja eficiência já seja comprovada no mercado. Ele divide as fases de execução desse tipo de projeto em três.
A primeira fase é de exploração, de avaliar a estratégia de TI e do negócio, além de os processos de negócio e definir a área onde haverá resultados maiores para que o piloto apresente benefícios práticos e que valide a SOA.